E houve compreensão das duas partes...
Seus carinhos não eram vazios.
Não havia coito vítreo.
Percebi tudo isso enquanto meus seios roçavam em seu peito em sentidos constantes de ida e vinda.
Sua pele suada, seu aroma de cigarros e suas sardas.
Mediamos minha profundidade... e eu olhava fixamente para um detalhe em seu corpo que fica logo abaixo de sua caixa torácica.
Pausamos... observei suas esmeraldas, elas gritavam inúmeros pensamentos: alegria, confusão, prazer e talvez culpa.
Não tentei decifrar nenhuma delas, apenas mirei os lábios e os beijei.
Isso fez com que eu absorvesse parte desses sentimentos, ignorei.
Novamente me concentrei em seu membro rígido e aproveitei diversas sensações.
Eu já conhecia aqueles sons, mas ali eram diferentes.
Deitou-se sobre minha lombar e me abraçou.
Seu amor foi liberado, senti que havia chego em mim.
Tentei recusar, já era tarde. Me invadiu.
Colocamos mais querosene naquele lampião.
A adrenalina e a testosterona fizeram um belo papel.
Senti seu coração disparado em minha barriga enquanto sua cabeça se jogava em meu peito.
Me senti bem, satisfeita.
Sobre minha cama nossos corpos se acomodaram para um breve descanso.
Dormiu. Apreciei seu sono.
Qualifiquei tudo simplesmente como: indescritível!



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